terça-feira, 21 de maio de 2019




Teoria Crítica. 
Uma Estratégia para a Destruição do Ocidente


A Teoria Crítica é a chave ideológica que explica a maioria das posições esquerdistas. As críticas divisionistas da Esquerda relativas à Cultura Ocidental têm por objetivo destruí-la nos seus fundamentos, guiando-a para um sistema marxista e um regime opressivo. Felizmente, a Esquerda tem exagerado nos seus slogans do tipo " racista",  "sexista" ou "homofóbico", e muitos já conseguem compreender as suas implicações.

Abaixo, constam alguns exemplos da estratégia "dividir-e-conquistar" dos neo-marxistas e de como os cidadãos ocidentais são colocados uns contras os outros enquanto a Esquerda toma o poder, atropela Constituições e implementa a sua estratégia de "transformação fundamental".

Pretos vs Brancos

Os pretos são encorajados a culpar os brancos pelas  suas provações e angústias. Apesar da escravidão ter sido formalmente abolida como instituição há cerca de 150 anos, a Esquerda continua a defender a ideia de que as nações ocidentais são fundamentalmente racistas. O mesmo se aplica à imigração em massa como um todo, os brancos são acusados de "racismo" de berço e os imigrantes e multiculturalistas encorajados e apoiados por Esquerdistas, enquanto  minam e diluem a cultura branca ocidental e, a longo termo, a destroem irremediavelmente.

Homens vs Mulheres

O Feminismo radical surgiu nos anos 70 do século passado como resultado da "revolução" sexual. A maneira feminista de interpretar a História pelo prisma da "mulher calada" é levada ao extremo. A extrema-esquerda, dominante em imensas universidades, sobretudo departamentos de "Estudos Femininos" e "Estudos de Gênero", propagou as teorias radicais de que o "gênero" é uma narrativa e que não existem diferenças reais entre dois sexos, com exceção dos órgãos genitais. Isto, apesar de biólogos, neurofisiologistas e a corrente dominante dos especialistas em pedagogia e desenvolvimento infantil contradizerem esta mentira.

O efeito do feminismo radical é um antagonismo desnecessário entre homens e mulheres. A já desmascarada e suposta "guerra contra as mulheres" é um exemplo gritante desta táctica. A noção das mulheres "oprimidas" pelo homem e o conceito da unidade familiar enquanto "opressão" são decalcados do Manifesto Comunista.

Filhos vs Pais

A rebelião contra a autoridade paterna é glamourizada culturalmente através de filmes e música. Além disso, a juventude é "sexualizada" em idades cada vez mais precoces ( de acordo com teóricos radicais como Gyorgy Lukacs, isto ataca o núcleo do Cristianismo e leva a juventude à revolta contra os pais ). As crianças são encorajadas a desobedecer aos pais o que, reconheçamos não é uma tarefa difícil. Mas, mais surpreendente, as crianças também podem ser ensinadas a vender ideias esquerdistas aos seus progenitores, como o ambientalismo, ou mesmo a "espiarem-nos."

A Família vs A Ama Estatal.

As crianças são cada vez mais educadas em creches e infantários, os quais tendem a ensinar valores marxistas elementares enquanto "partilha". "Imaginação" e "criatividade" também são confusa e desordenadamente enfatizados nestas instituições, em detrimento e como se fossem oposição à leitura, escrita ou cálculo.

O sistema educacional mantém as crianças nas escolas até o mais tarde possível. A promulgação da adolescência perpétua origina jovens adultos com personalidades fracas e influenciáveis, facilmente manipuláveis por discursos de "esperança" (no mítico mundo melhor )  e de "mudança" (revolução), que tendem à revolta contra a ordem social e a olhar para o Estado como um pai adotivo.
O Sistema de Ensino é o ponto chave da estratégia marxista reinventada que dá pelo nome de Marxismo Cultural.

Heterossexuais vs Homossexuais

A Esquerda politizou a sexualidade ao ponto de estabelecer regras e regulamentos especiais em benefício dos homossexuais ( tais como leis de habitação, recrutamento militar, detenção..). Aqueles que questionam a normalização do comportamento homossexual na sociedade, escolas primárias incluídas, são rotulados como "homofóbicos".  O "casamento" gay torna-se uma questão política, apesar de Casamento ser tradicionalmente uma questão religiosa.
A agenda homossexualista é alimentada e executada pela escola marxista cultural como um ataque ao núcleo da civilização, de forma a afastar gradualmente as crianças do pensamento e da família tradicional.

Intelectuais vs. Classe Operária

Uma maneira dos ditos intelectuais progressistas marginalizarem conservadores e cidadãos comuns é definir inteligência como concordância com a agenda marxista.
O Marxismo defende que a "consciência revolucionária" vem do reconhecimento da História como regida pela "luta de classes" entre pobres e ricos.  O ponto elementar no materialismo dialético pressupõe que o pensamento do Homem reflete o seu ambiente material (econômico). O proletariado, ou os oprimidos, são o futuro da consciência mundial; isto acontecerá assim, supostamente, por causa das contradições internas do capitalismo, como seja o declínio dos salários até ao limite da subsistência, condenando o sistema ao colapso. Qualquer um que não se reveja nesta narrativa como verdade, em particular operários ou indivíduos de classe média, ou aqueles que a critiquem com veemência, demonstram "alienação de consciência."

Cidadãos Nativos vs Imigrantes/Multiculturalismo

A Esquerda encara o Multiculturalismo em primeiro lugar e acima de tudo como um aliado no desmoronamento daquilo que entendem como dominação e opressão branca. Os chavões incluem "diversidade", "enriquecimento" e "necessidade" culturais, usadas para para ocultar a verdadeira razão pela qual o apoiam. O Multiculturalismo é o sonho molhado do Marxismo Cultural. Quem ao primeiro se opuser é imediatamente rotulado como "racista".

Os cidadãos nativos de qualquer nação branca não têm o direito de ambicionar viver numa cultura e etnia homogênea. Mas por outro lado, os imigrantes e as suas culturas são apoiadas e elevadas acima da cultura do povo anfitrião.

Pelas leis impostas pelo estado, qualquer pensamento ou visão oposta ao Multiculturalismo pode resultar em acusações criminais e prisão, perda de emprego e expulsão da vida pública. Assassinatos de carácter perpetrados pela imprensa controlada também são uma estratégia usada para intimidar qualquer um que se erga contra a investida multiculturalista..

Nacionalistas vs Anti-Nacionalistas

Defensores da Pátria e do Patriotismo são, pejorativamente, classificados como "reacionários". Contudo, patriotismo define-se como "amor à pátria" e implica respeito pelas suas instituições, tradições e ideais que estão na base da fundação de cada país.

Os Nacionalistas são vistos pela Esquerda como perigosos obstáculos ao projeto globalista: os lugares-comuns esquerdistas para atacar o Nacionalismo são geralmente "xenofobia" ou "intolerância". Mas também "nazismo" e "fascismo". Esta maneira de culpar por associação traduz a ideia de que amar e celebrar a própria Pátria é um mal semelhante a esses, que deve ser combatido por todos os meios.

O combate ao  Patriotismo e Nacionalismo existe porque estes entram em conflito com  a agenda internacional globalista da Esquerda e suas mentiras. O Nacionalismo é o sistema imunitário das nações, a Esquerda é a sua doença. Ridicularizar os nacionalistas e patriotas, relacionando-os com Hitler, é uma ilustração expressiva da mentalidade deformada da Esquerda.

Os movimento pacifistas usam qualquer meio para suprimir aquilo que consideram o "vírus" nacionalista. As nações ocidentais são acusadas de colonialismo e imperialismo, qualquer patriota será ridicularizado com chavões, levando o cidadão comum a associar nacionalismo a maldade e a afastar-se dele. O sistema de ensino e o revisionismo histórico servem de controlo mental das massas. Os marxistas culturais atacam uma ideia falsa, (um espantalho) para promoverem a sua ideologia mentirosa.

Conclusões

Em termos práticos, o que é imediatamente necessário para responder à Teoria Crítica é uma defesa intransigente da Nação, Família, Constituições, Religião; tal como a denúncia e exposição daqueles que corrompem tribunais, escolas, universidades, imprensa, indústria de entretenimento e governos.
Nunca haverá um país livre de conflitos, mas é possível identificar quem incendeia as paixões e manipula as pessoas para obter fins ingênuos e perigosos. Isto só é possível ser feito conhecendo verdadeiramente a natureza do inimigo e os seus planos. Na guerra cultural, como em qualquer outra, isto é fundamental para formular qualquer estratégia.

"O preço da liberdade é a vigilância eterna"  Thomas Jefferson

Dizem alguns que o Marxismo Cultural não existe, dizem que Karl Marx não escreveu sobre Cultura, exigem definições de Marxismo Cultural. Existem várias definições, de vários autores. Só porque existem pessoas que não acreditam que não existe, não significa que não vigore em todas as sociedades ocidentais. É o Marxismo reinventado para atacar a Cultura, o Marxismo daqueles que perceberam o motivo pelo qual as ideias de Karl Marx falharam e as reformularam em termos culturais para atingirem o mesmo fim. O Marxismo Cultural tem muitos aspectos envolvidos, é um conjunto de falsos conceitos lançados através de qualquer meio de influência social, e tem por objetivo o desmantelamento da fundação da sociedade como forma de a transformar.

Quando verificamos que os fundadores do Marxismo Cultural da "Escola de Frankfurt" quiseram chamá-la de "Instituto Marxista", mas optaram antes pelo título de "Instituto de Pesquisa Social" como forma de mascarar a sua verdadeira ideologia e intenções, então não devemos ficar surpreendidos quando os idiotas úteis da Esquerda de hoje negam a sua existência. Alguns não têm ideia de que são manipulados e lutam a favor do Marxismo Cultural. Estes são vítimas.

Outros sabem perfeitamente que existe uma escola de pensamento anti-Cultura, anti-Brancos e anti- Civilização Ocidental implementada nas instituições. Eles apoiam-na e impõem-na em qualquer oportunidade mas depois negam que ela exista. Eles conhecem as suas origens, o que não gostam é que outros se atrevam a chamarem-lhes aquilo que são.

O Marxismo Cultural é Desconstrução através da Crítica. Desconstrói e critica a História de uma Nação, distorcendo-a com mentiras. Desconstrói e critica a Família mentindo sobre o papel da paternidade. Desconstrói e critica a identidade cultural e étnica ocidental. Desconstrói e critica tudo o que se oponha aos seus objetivos. Resumindo, é um veneno destruidor que deve ser sempre desmascarado.


 Fonte: http://on.fb.me/17a08wR

domingo, 28 de abril de 2019





O que é politicamente correto? 


Por Orlando Braga (2007)



Muitos de nós fazemos uma ideia do que é o politicamente correto, pela repetição de informações transmitidas pela mídia.

O politicamente correto  não teve origem recente; remonta a sua utilização como instrumento ideológico, ao tempo da I Guerra Mundial. Quando Karl Marx escreveu o “Manifesto Comunista” (séc. 19), ficou bem claro que ideologia que nascia assentava em duas vertentes básicas: O Marxismo Econômico, que defende a idéia de que a História é determinada pela propriedade dos meios de produção, e o Marxismo Cultural, que defende a idéia de que a História é determinada pelo Poder através do qual, grupos sociais (para além das classes sociais) definidos pela raça, sexo, etc., assumem o poder sobre outros grupos. Até a I Guerra Mundial, o Marxismo Cultural não mereceu muita atenção, que se concentrou praticamente toda no Marxismo Econômico, que deu origem à revolução bolchevista (URSS).

O Marxismo Cultural é uma sub-ideologia do Marxismo (a “outra face da moeda” é o marxismo econômico), e como todas as ideologias, tende inexoravelmente para a implantação de uma ditadura, isto é, para o totalitarismo.

À semelhança do Marxismo Econômico, o Marxismo Cultural (ou Politicamente Correto) considera que os trabalhadores e os camponeses são, à partida, “bons”, e que a burguesia e os capitalistas são, a priori, “maus”. Dentro das classes sociais assim definidas, os marxistas culturais entendem que existem grupos sociais “bons” (como as mulheres feministas — porque as mulheres não-feministas são “más” ou “ignorantes”), os negros e os homossexuais – para além dos muçulmanos, dos animistas, dos índios, dos primatas superiores, etc.. Estes “grupos sociais” (que incluem os primatas superiores — chimpanzés, gorilas, etc.) são classificados pelos marxistas culturais como sendo “vítimas” e por isso, são considerados como “bons”, independentemente do que os seus membros façam ou deixem de fazer. Um crime de sangue perpetrado por um homossexual é visto como “uma atitude de revolta contra a sociedade opressora”; o mesmo crime perpetrado por um heterossexual de raça branca é classificado como um “ato hediondo de um opressor”. Segundo o Marxismo Cultural, o “macho branco” é o equivalente ideológico da “burguesia” no Marxismo Econômico.

Enquanto que o Marxismo Econômico baseia a sua ação no ato de expropriação (retirada de direitos à propriedade), o Marxismo Cultural (ou politicamente correto  expropria direitos de cidadania, isto é, retira direitos básicos a uns cidadãos para, alegadamente, dar direitos acrescidos e extraordinários a outros cidadãos, baseados na cor da pele, sexo ou aquilo a que chamam de “orientação sexual”. Nesta linha está a concessão de quotas de admissão, seja para o parlamento, seja no acesso a universidades ou outro tipo de instituições, independentemente de critérios de competência e de capacidade.

Enquanto que o método de análise utilizado pelo Marxismo Econômico é baseado no Das Kapital de Marx (economia coletivista marxista), o Marxismo Cultural utiliza o desconstrucionismo filosófico e epistemológico explanado por ideólogos marxistas como Jacques Derrida, que seguiu Martin Heidegger, que bebeu muita coisa em Friederich Nietzsche.


O Desconstrucionismo, em termos que toda a gente entenda, é um método através do qual se retira o significado de um texto para se colocar a seguir o sentido que se pretende para esse texto. Este método é aplicado não só em textos, mas também na retórica política e ideológica em geral. A desconstrução de um texto (ou de uma realidade histórica) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por aquilo que se pretende. Por exemplo, a análise desconstrucionista da Bíblia pode levar um marxista cultural a inferir que se trata de um livro dedicado à superioridade de uma raça e de um sexo sobre o outro sexo; ou a análise desconstrucionista das obras de Shakespeare, por parte de um marxista cultural, pode concluir que se tratam de obras misóginas que defendem a supressão da mulher; ou a análise politicamente correta dos Lusíadas de Luís Vaz de Camões, levaria à conclusão de que se trata de uma obra colonialista, supremacista, machista e imperialista. Para o marxista cultural, a análise histórica resume-se tão só à análise da relação de poder entre grupos sociais.

O Desconstrucionismo é a chave do politicamente correto (ou marxismo cultural), porque é através dele que surge o relativismo moral como teoria filosófica, que defende a supressão da hierarquia de valores, constituindo-se assim, a antítese da Ética civilizacional européia.


António Gramsci


Com a revolução marxista russa, as expectativas dos marxistas europeus atingiram um ponto alto. Esperava-se o mesmo tipo de revolução nos restantes países da Europa. À medida que o tempo passava, os teóricos marxistas verificaram que a expansão marxista não estava a ocorrer. Foi então que dois ideólogos marxistas se dedicaram ao estudo do fenômeno da falha da expansão do comunismo marxista: António Gramsci (Itália) e George Lukacs (Hungria).

Gramsci concluiu que os trabalhadores europeus nunca seriam servidos nos seus interesses de classe se não se libertassem da cultura européia – e particularmente da religião cristã. Para Gramsci, a razão do fracasso da expansão comunista marxista estava na cultura e na religião. O mesmo conclui Lukacs.

Em 1923, por iniciativa de um filho de um homem de negócios riquíssimo de nacionalidade alemã (Félix Veil), que disponibilizou rios de dinheiro para o efeito, criou-se um grupo permanente (“think tank”) de estudos marxistas na Universidade de Frankfurt. Foi aqui que se oficializou o nascimento do Politicamente Correto (Marxismo Cultural), conhecido como “Instituto de Pesquisas Sociais” ou simplesmente, Escola de Frankfurt – um núcleo de marxistas renegados e desalinhados com o marxismo-leninismo.


Max Horkheimer

Em 1930, passou a dirigir a Escola de Frankfurt um tal Max Horkheimer, outro marxista ideologicamente desalinhado com Moscou e com o partido comunista alemão. Horkheimer teve a idéia de se aproveitar das idéias de Freud, introduzindo-as na agenda ideológica da Escola de Frankfurt; Horkheimer coloca assim a tradicional estrutura socioeconômica marxista em segundo plano, e elege a estrutura cultural como instrumento privilegiado de luta política. E foi aqui que se consolidou o Politicamente Correto, tal como o conhecemos hoje, com pequenas variações de adaptação aos tempos que se seguiram. Surgiu a Teoria Crítica.

O que é a Teoria Crítica? 

As associações financiadas pelo nosso Estado e com o nosso dinheiro, em apoio ao ativismo gay, em apoio a organizações feministas camufladas de “proteção à mulher”, e por aí fora – tudo isso faz parte da Teoria Crítica do marxismo cultural, surgida da Escola de Frankfurt do tempo de Max Horkheimer. A Teoria Crítica faz o sincretismo entre Marx e Freud, tenta a síntese entre os dois (“a repressão de uma sociedade capitalista cria uma condição freudiana generalizada de repressão individual”, e coisas do gênero).


No fundo, o que faz a Teoria Crítica? Critica. Só. Faz críticas. Critica a cultura européia; critica a religião; critica o homem; critica tudo. Só não fazem auto-crítica (nem convém). Não se tratam de críticas construtivas; destroem tudo, criticam de forma a demolir tudo e todos.


Herbert Marcuse e Theodore Adorno


Por essa altura, aderiram ao bando de Frankfurt dois senhores: Theodore Adorno e Herbert Marcuse. Este último emigrou para os Estados Unidos com o advento do nazismo.

Foi Marcuse que introduziu no Politicamente Correto (ou marxismo cultural) um elemento importante: a sexualidade. Foi Marcuse que criou a frase “faça amor, não faça guerra”. Marcuse defendeu o futuro da Humanidade como sendo uma sociedade da “perversidade polimórfica”, na linha das profecias de Nietzsche.

Marcuse defendeu também, já nos anos trinta do século passado, que a masculinidade e a feminilidade não eram diferenças sexuais essenciais, mas derivados de diferentes funções e papéis sociais; segundo Marcuse, não existem diferenças sexuais, senão como “diferenças construídas”.

Marcuse criou o conceito de “tolerância repressiva” – tudo o que viesse da Direita tinha que ser intolerado e reprimido pela violência, e tudo o que viesse da Esquerda tinha que ser tolerado e apoiado pelo Estado. Marcuse é o pai do Politicamente Correto moderno.



O sucesso de expansão do Marxismo Cultural na opinião pública, em detrimento do Marxismo Econômico, deve-se três razões simples: a primeira é que as teorias econômicas marxistas são complicadas de entender pelo cidadão comum, enquanto que o tipo de dedução primária do raciocínio politicamente correto , aliado à fantasia de um mundo ideal e sem defeitos, é digno de se fazer entender pelo mentecapto mais empedernido. A segunda razão é porque o Politicamente Correto critica por criticar, pratica a crítica destrutiva até a exaustão – e sabemos que a adesão popular (da juventude, em particular) a este tipo de escrutínio crítico é enorme. A terceira razão é que o antropocentrismo do marxismo econômico falhou, como sistema social e econômico, em todo o mundo; resta ao Marxismo a guerrilha cultural.




O que se está a passar hoje na sociedade ocidental, não é muito diferente do que se passou na União Soviética e na China, num passado recente. Assistimos ao policiamento do pensamento, à censura das idéias, rumo a uma sociedade totalitária.




Fonte - https://espectivas.wordpress.com/o-que-e-o-politicamente-correcto/

sábado, 27 de abril de 2019





Odilon de Oliveira – juiz federal
Entrevista ao jornal Correio do estado de Mato Grosso do Sul em 13.05.09 


Odilon de Oliveira, nasceu em 26/02/1949, na Serra do Araripe, município de Exu, Pernambuco. Filho de pais lavradores, trabalhou na roça até os 17 anos de idade. Foi alfabetizado na roça, à noite, em sua própria casa, após ter dia inteiro de trabalho. 

Entrou tarde na faculdade de Direito, vindo a se formar aos 29 anos de idade. Foi Procurador Autárquico Federal, Promotor de Justiça, Juiz de Direito. É Juiz Federal desde 1987. Sempre trabalhou em fronteiras como magistrado federal, na área criminal: Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul. 

Já condenou centenas de traficantes internacionais. Atualmente, é titular da única vara especializada no processamento dos crimes financeiros e de lavagem de dinheiro de Mato Grosso do Sul, com jurisdição sobre todo o Estado. Seu maior sonho é ver a juventude livre das drogas.




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Entrevista ao jornal Correio do estado de Mato Grosso do Sul em 13.05.09 

http://odilon.telmeworlds.sg/post/45573/ 



1) CORREIO: o PCC ainda está em atividade no Brasil? 

ODILON: Fundado em 31.08.93, no interior de São Paulo, essa facção criminosa não se encontra presente apenas no Brasil. Está em franca e crescente atividade também em outros países da América do Sul, como Bolívia e, principalmente, Paraguai. O grupo mantém fortes contatos também com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Está cada vez mais bem estruturado com pessoal, armamento, recursos financeiros e disciplina. 

Estima-se que de cada cinco dos 440 mil presos do Brasil um seja membro do PCC. A maior incidência está no Estado de São Paulo, assumindo Mato Grosso do Sul, por conta do Paraguai e da Bolívia, a segunda posição. A facção teria um exército de mais ou menos 84 mil integrantes. As FARC, grupo terrorista colombiano fundado em maio de 1964, possuem apenas 10 mil integrantes. Outro perfil do PCC, além de sua finalidade econômica, é de natureza terrorista. 

2) CORREIO: O Senhor acredita que o PCC tenha participado do assalto à residência do prefeito de Campo Grande? 

ODILON: Tenho quase certeza. Campo Grande, Dourados e a fronteira com o Paraguai possuem grande concentração de integrantes dessa facção, presos e também em liberdade. Anderson, nominado pela imprensa, realmente consta da lista de integrantes do PCC, ocupando, nesta capital, função de destaque. O assalto certamente teve duas finalidades: uma de natureza financeira e outra de cunho auto-afirmativo. Essa organização, a exemplo de outras, como o Comando Vermelho, para manter-se e ampliar seus domínios, precisa de recursos e seus membros subalternos guardam a obrigação normativa e moral de provar suas audácias contra autoridades. Isto serve de recado para o Poder Público. 

3) CORREIO: O PCC tem condições para repetir os ataques de 2006? 

ODILON: Tem potencial e disposição. Naquele ano, foram 1.032 ataques violentos, com um saldo de centenas de mortos, dos quais 119 policiais e agentes penitenciários. No mesmo ano, o terrorismo, no mundo todo, produziu 14 mil ataques e 20 mil mortes. Em 2008, havia um plano de ataques semelhantes, a ser executado nos dias anteriores às eleições, com conotações visivelmente políticas como fora em 2006. Não se concretizou porque, descoberto o plano, as autoridades adotaram providências preventivas, nulificando os atos preparatórios. O PCC vai continuar desafiando o Estado-repressor. 

4) CORREIO: Isto significa que o PCC está competindo com o Estado? 

ODILON: Significa que a facção, por conta da generosidade das leis e da permissividade dos encarregados de aplicá-las, está afrontando a todos. Até o Exército, com todo o seu poderio e o respeito que impõe, foi recentemente vítima da ousadia dessa organização (roubo de armas de um quartel de Caçapava/SP e assalto a uma agência bancária situada no Quartel General do Exército, em Brasília-DF). De 2001 para cá, os ataques a fóruns estaduais, no Estado de São Paulo, inclusive com explosivos, foram muitos. 

O PCC desenvolve dois tipos de criminalidade: 

a) institucional ou concentrada, onde se agrupam os delitos cujo controle está centralizado em sua cúpula, como os grandes assaltos, ataques a repartições, assassinatos de certas pessoas, rebeliões, certos seqüestros; 

b) esparsa ou incidental, onde se colocam todos os crimes para cuja execução não é necessário “salve” ou autorização da cúpula. O controle não é concentrado, dando-se por iniciativa e responsabilidade individuais ou de um grupo do partido. O produto se destina ao custeio de mensalidades devidas à facção e à subsistência dos próprios autores. 

5) CORREIO: O que leva o PCC a se expandir pela América do Sul? 

ODILON: A facção objetiva subir os degraus da criminalidade, preferencialmente adquirindo feições terroristas. Para isto, é necessário expandir seus domínios sobre uma base territorial cada vez maior. O grande atrativo do PCC no Paraguai, Bolívia e Colômbia são as drogas, notadamente a cocaína. Suas fontes de rendas são drogas, seqüestros, mensalidades, assaltos a bancos, a carros-fortes, cargas, investimentos etc. Com relação ao Paraguai, há outros atrativos: esconderijo, compra de armas, pistolagem e lavagem de dinheiro. Muitos cometem crimes no Brasil e fogem para aquele país, dificultando a ação da justiça brasileira. A aquisição de armamento para estruturação e para revenda é uma constante. Crimes de pistolagem rendem dinheiro para o pagamento de mensalidades ao grupo. Há inúmeras casas de câmbio, no Paraguai, sem controle rígido, para lavagem. 

6) CORREIO: O PCC tem praticado seqüestros no Paraguai? 

ODILON: Vários. Em 2001, o PCC e o Partido Pátria Livre, do Paraguai, sob a liderança das FARC, seqüestraram Maria Edith, esposa de um empresário da construção civil. O resgate foi de 1 milhão de dólares. O Brasil deu asilo a três dos seqüestradores: Juan Arron, Anuncio Martí e Victor Colmán. Uma vergonha! Em 2004, a vítima foi Cecília Cubas, filha do ex-presidente Raul Cubas. Foi pago resgate de 800 mil dólares, mas a vítima foi assassinada no cativeiro. Em maio de 2007, sob a liderança do brasileiro Valdecir Pinheiro, do PCC, a vítima foi o japonês Hirokazu Ota, chefe da Seita Moon, naquele país. Valdecir, morto pela polícia paraguaia em 2008, era acusado de mais nove seqüestros no Paraguai. Somente em 2007, o Paraguai registrou mais de sete seqüestros com suspeita de participação de brasileiros. 


7) CORREIO: Que interesse tem as FARC em relação ao PCC? 

ODILON: As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) possuem uma ideologia marxista, à falsa pregação de buscar uma sociedade igualitária, sem classes, gerenciada por um poder proletariado. A materialização dessa ideologia depende de um programa e a implantação deste necessita de receitas. 

Quarenta e cinco por cento da receita das FARC provêm de cocaína, vendida para o mundo todo. O Brasil, nesse cenário, é um grande cliente da Colômbia. 

O PCC negocia cocaína diretamente com as FARC e até lhe fornece armas saídas do Paraguai. Aquele grupo terrorista, buscando sua expansão nos demais países da América do Sul, difunde sua ideologia e procura reconhecimento político. Os laços mantidos com outras organizações, como o PCC e o PPL (Partido Pátria Livre) do Paraguai, fazem parte das relações internacionais cultivadas pelas FARC. Um dos benefícios obtidos está no fato de o Brasil haver concedido mais de 400 asilos políticos, desde o primeiro Governo Lula, a guerrilheiros colombianos. 


8) CORREIO: Por que o senhor classifica o PCC como grupo terrorista? 


ODILON: Terrorismo não é somente aquele ato de fundo religioso. Divide-se em duas grandes vertentes: o terrorismo islâmico, existente apenas nos países seguidores do islã, embora ataque fora também, e o não islâmico. O primeiro é motivado por um conflito ideológico e normativo entre os costumes orientais e os ocidentais. Sua ala fundamentalista, de que faz parte a AL QAEDA, de Bin Laden, pretende criar uma república mundial islâmica ou, pelo menos, não permitir que os costumes ocidentais influenciem a ideologia islâmica. Uma utopia. 

O terrorismo não islâmico também se subdivide em nacionalista (separatista ou político), político administrativo, étnico e moral. Diferente do islâmico fundamentalista, o nacionalista tem uma atuação territorial delimitada. O ramo separatista busca uma pátria, independência territorial, política e administrativa. O Hamas quer um Estado palestino em relação a Israel. O ETA, o IRA e os Tigres Tâmeis do Sri Lanka também são exemplos. 


Já o nacionalista político deseja apenas mudar a forma (república/monarquia) ou o sistema (presidencialismo/parlamentarismo) de governo, a forma de Estado (unitário/federativo) ou ainda o regime político (democrático/autoritário).


As FARC não querem dividir o território colombiano nem o Sendero Luminoso deseja isto no Peru, mas apenas a implantação de um regime marxista-leninista (comunismo). O Brasil viveu vários exemplos desse tipo de terrorismo, em torno de oito organizações, como a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária – capitão Lamarca, Dilma Roussef), ALN (Aliança Libertadora Nacional – Carlos Mariguella) e o MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro – Fernando Gabeira, Franklin Martins). 

O político administrativo, normalmente com finalidade econômica, volta-se apenas contra o Estado-repressor, atacando o Judiciário, o Ministério Público, o sistema penitenciário, pessoas, repartições. Sempre o faz com o intuito de remover de seu caminho o que compreenda como obstáculos a seus objetivos. Quando mata uma autoridade ou ataca um fórum, o objetivo não se esgota com esse resultado. Na verdade, esse é um meio para remover de sua frente o Estado-repressor. Qualquer pessoa (João, José ou Pedro) exercente daquele cargo morreria. O fim não é matar a pessoa física, mas atingir o Estado. É diferente de um assassinato comum, onde a vontade do criminoso se esgota com a morte do desafeto. O PCC se enquadra nesta modalidade. 

9) CORREIO: O que se deve fazer para combater o PCC? 

ODILON: Primeiro, não pensar que o PCC está morto ou brincando. Segundo, é preciso conhecer, a fundo, o DNA dessa organização, edificando-se um mosaico completo a seu respeito. Por fim, reprimi-lo sem piedade. O Estado não deve se ajoelhar diante de bandidos. A liberdade das ruas e praças deve ficar reservada às pessoas de bem. Lugar de vagabundos é na cadeia. Só isto. 





Blog do juiz federal Odilon de Oliveira. 
http://odilon.telmeworlds.sg/ 

quinta-feira, 25 de abril de 2019






Os gêmeos Reimer e a ação monstruosa da “Ideologia de Gênero”. 



A “ideologia de gênero”, como o próprio termo “ideologia” sugere é uma teoria antinatural que pretende desconsiderar as diferenças naturais e biológicas e atribuí-las aos desejos individuais, pautados principalmente em princípios progressistas da política de Esquerda, que pretende demonstrar que a sexualidade depende mais da educação do que da morfologia humana. Sua existência pode ser determinada nos primórdios dos nãos 60. 

Os primeiros estudos que tentaram mostrar apoio científico, médico e psicanalítico para que a diferença entre homens e mulheres fosse considerada um fato social, uma construção em vez de algo biológico, a essência da ideologia de gênero, surgiram em 1950 através dos trabalhos do psicólogo e sexólogo da John Hopkins University de Baltimore, EUA, Dr. John William Money (1921-2006). No entanto, anos mais tarde, tudo se revelou uma grande farsa. Seu experimento mais famoso, com o qual pretendia comprovar sua teoria, o caso da “mudança de sexo” de Bruce Reimer, se transformou numa monstruosa tragédia que em relação a ela a mídia ainda se coloca em cumplicidade silenciosa. 


Dr. John William Money 


Money era considerado uma espécie de guru da sexualidade e ate se auto intitulava de “missionário do sexo”. Suas defesas de ideais progressistas e hedonistas como o casamento “aberto”, o sexo grupal e bissexual, além de parecer tolerar o incesto e a pedofilia. 



O caso dos gêmeos Reimer 



No Canadá nos anos de 1960, nasceram dois irmãos gêmeos, Bruce e Brian Reimer. Aos sete meses, ambos foram circuncidados, porém, o procedimento utilizado em Bruce (agulha de cauterização elétrica) deu extremamente errado e seu pênis foi cauterizado. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce (outra versão afirma que foi um erro de um estagiário). 

Desesperados os Reimer decidiram levar Bruce ao Dr. John Money, o qual conheciam de programas da TV. 

“Estávamos assistindo a TV”, lembra Janet Reimer . “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.” 

Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos. 

O Dr. Money tinha trabalhado com casos de hermafroditismo e pessoas com anomalias sexuais congênitas. Mas, o caso de Bruce foi acidental e não congênito, mesmo assim o Dr. Money resolveu que esta seria a situação perfeita para por em prática um experimento para comprovar sua teoria da “fluidez de gênero”, ou seja, que o comportamento é regido pela educação como homem ou mulher e não pelo sexo biológico dado ao nascer. 

Bruce, com apenas 22 meses de vida, sofre uma intervenção cirúrgica e passa a chamar-se Brenda. Os Reimer concordaram e insistiram nas roupas e socialização com meninas para Brenda durante toda a infância. Nunca disseram aos gêmeos sobre o acidente, nem sobre o sexo biológico de Brenda. Recebendo acompanhamento constante do doutor, a família Reimer era a cobaia de que Money precisava para provar de vez sua teoria. De fato, o médico neozelandês escreve vários estudos usando o caso Brenda como "prova dramática" de que sua "teoria da neutralidade" estava correta: se era possível educar um menino como menina, homens e mulheres não eram mais dados biológicos, mas meras "aprendizagens sociais". O acontecimento ficou conhecido como o “caso John/Joan”. 


“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas. 



Por outro lado, ele também ressaltou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”

O Dr John Money se gabava de seu “sucesso” e era aplaudido pela mídia e certos cientistas enquanto a família estava jogada na tragédia. 

“Ninguém mais sabe que Brenda é a menina cujo caso estão lendo nos meios de comunicação Sua conduta é tão normal como a de qualquer menina e difere claramente da forma masculina como seu irmão gêmeo se comporta. Não há nenhum sinal que leva a tirar conjecturas contrárias”, escreveu o Dr. Money em suas notas. 

A revista Time afirmava que “este caso constitui um apoio férreo à maior das batalhas pela libertação da mulher”

Os Reimer adotaram de forma plena as instruções do Dr. Money, mas “Brenda” rasgou seu primeiro vestido pouco antes de fazer dois anos e passou a ter problemas de agressividade na escola, onde também manifestou interesse por meninas, apesar dos hormônios que lhe aplicavam. 



Money fazia sessões de “psicoterapia” profundamente traumáticas para os gêmeos. 

“Podia ver que Brenda não era feliz como menina. Era muito rebelde. Era masculina e não conseguia persuadi-la a fazer algo feminino. Brenda quase não tinha amigos durante sua infância. Todos implicavam com ela e a chamavam de mulher das cavernas. Era uma menina muito, muito solitária”, disse Janet, a mãe de Brenda, em uma entrevista para o documentário “O Dr. Money e o menino sem pênis”, produzido pela BBC. 

No documentário, narra-se que durante o check-up anual e a observação dos gêmeos, Dr. Money obrigava as crianças a se despir e participar de um jogo sexual, posando em diferentes posições para que “identifiquem seus respectivos gêneros”. Em pelo menos uma ocasião, o especialista tirou fotos dessas sessões. 

O pai dos garotos desenvolveu um alcoolismo grave, a mãe, com um sentimento de culpa enorme, tentou o suicídio e Brian começou a usar drogas e cometer crimes quando atingiu a adolescência. 


Bruce, (a) “Brenda”, ficou destruído pelas intermináveis sessões psiquiátricas e pela medicação com hormônios (estrogênio). Com 13 anos, disse que iria cometer suicídio se eles o fizessem ver o Dr. Money novamente. 

A família então resolve interromper o “tratamento” e o Dr. Money não publicou mais nada sobre o caso. Porém, de forma mesquinha e maliciosa, não informou o público do fracasso e continuou dando a entender que tinha sido bem sucedido, até que um pesquisador concorrente, o Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, reconstruiu a verdade e publicou um artigo nos Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine. 

“Nunca disse uma palavra, nunca se retratou”, assinalou recentemente o diácono, conferencista e cirurgião plástico, Dr. Patrick Lappert, durante sua palestra ‘Transgender Surgery and Christian Anthropology’, realizada para o apostolado Courage nos Estados Unidos, entre 9 e 1 de janeiro deste ano. 

Assegurou que a decisão do Dr. Money foi “extremamente problemática”, porque “seus estudo segue sendo citado frequentemente como uma transição de gênero exitosa por parte da comunidade médica em geral”. 

O Dr. Lappert assegurou que se deve entender que “estamos falando da pessoa humana como uma unidade de espírito e forma, que há uma integridade na masculinidade e na feminilidade com a qual somos feitos”. 

Além disso, o especialista garantiu que um dos maiores problemas com “as cirurgias transgênero de mudança de sexo” é que são “permanentes e irreversíveis”


“Não há nada reversível na cirurgia genital: é uma mutilação permanente e irreversível da pessoa humana. E não há outra palavra para isso. Traduz-se na esterilidade permanente. É uma dissolução permanente das funções unitivas e procriativas. E, até mesmo o aspecto unitivo da aderência sexual se vê radicalmente obstacularizado, se não destruído”, acrescentou. 

“Outro problema importante é que as cirurgias de mudança de sexo buscam resolver uma disfunção interior com uma solução externa. Você está tentando curar uma ferida interior com uma cirurgia exterior”, concluiu o Dr. Lappert. 

Um psiquiatra sugeriu dizer toda a verdade para “Brenda”, que ficou subitamente aliviado. “Eu não estava louco”, exultou. “Brenda” tentou se recompor com cirurgias e tratamentos hormonais e adotou um novo nome: “David”. 



Livro de John Colapinto trantado do caso “Brian-Brenda-David Reimer”. 


Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan", em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes ao seu. 

"Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis. Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele.", disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David. 

David começou a terapia hormonal e uma reconstrução genital cirúrgica. Com o tempo, casou-se com uma mulher e adotaram três filhos. 

Apesar disso, as feridas traumáticas da infância foram muito profundas tanto para David como para seu irmão. Ambos sofreram uma forte depressão. 

Depois de 14 anos casados, a esposa de David se divorciou dele. 

Em 2002, Brian, vítima de esquizofrenia, suicidou-se com uma overdose de antidepressivos. 

Davi nunca pôde se superar do trauma e em maio de 2004 cometeu suicídio dando um tiro na cabeça. No dia 4 de maio de 2004, David deixa a casa de seus pais pela última vez, vai a uma mercearia e comete suicídio. Os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou sobre a tragédia. 

"Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei", conta Janet. 


Ele tinha 38 anos. Foi enterrado no cemitério Saint Vital, em Winnipeg, Canadá. 

Antes desse fim dramático, David Reimer expôs o seu caso à mídia, a fim de tornar públicas a perversidade das ideias de Money e a farsa de sua "teoria de gênero". 



"Era-me dito que eu era uma garota, mas eu não gostava de me vestir como uma garota, eu não gostava de me comportar como uma garota, eu não gostava de agir como uma garota", confessa David [2]. "Eu não sou um professor de nada, mas você não acorda uma manhã decidindo se é menino ou menina, você apenas sabe. Você vai sempre encontrar pessoas que vão dizer: bem, o caso do Dave Reimer podia ter tido sucesso. Eu sou a prova viva, e se você não vai tomar minha palavra como testemunho, por eu ter passado por isso, quem mais você vai ouvir?" 

Essa lição foi aprendida a um alto custo pela família Reimer. 

Apesar de tudo, o Dr. Money nunca se retificou nem corrigiu seus estudos. 


O monstruoso desfecho da experiência com os gêmeos Reimer não mudou a cegueira, que beira o fanatismo, dos adeptos dessa ideologia. 

O Dr. Money continuou até o fim da vida como professor emérito da Johns Hopkins University. Na época do suicídio de Davi Reimer ele foi procurado pela imprensa, mas não quis se manifestar. 

Suas ideias sobre a “ideologia de gênero” continuam a ser divulgadas em todo o mundo. 



Confira também: 


5 advertências do Papa Francisco sobre a ideologia de gênero 




Como a ideologia de gênero destruiu a família Reime. 






Referências 

1. The Boy who was Turned into a Girl. BBC: London, 2000. Texto disponível em: http://www.bbc.co.uk/science/horizon/2000/boyturnedgirl.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014. 

2. Dr Money and the Boy with No Penis. BBC: London, 2010. Texto disponível em: http://www.bbc.co.uk/sn/tvradio/programmes/horizon/dr_money_qa.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014. 

sábado, 20 de abril de 2019



A menina que não apertou a mão de Figueiredo - Cai mais um mito contra os militares. 


Rachel Clemens Coelho é o nome da menina que ficou famosa pro supostamente não desejar apertar a mão do presidente João Figueiredo. Era uma visita oficial de Figueiredo à cidade de Belo Horizonte, para lançamento do automóvel a álcool, quando uma menininha de uniforme escolar se negou a apertar a sua mão, gerando um desconforto nos presentes. Este ato também gerou uma das fotos mais famosas na história recente do Brasil. 

Muitos, até hoje, afirmam que tal ato de “rebeldia” estava relacionado a uma revolta por conta do regime ditatorial dos militares e que a criança, diante do “ditador” se nega a cumprimentá-lo em um ato de rebeldia. Será realmente que uma criança de 4 anos de idade tinha essa percepção dos fatos, ou foi orientada pelos pais a ter esse comportamento de reprovação ou tudo não passa de um aproveitamento de opositores do regime militar? Tudo leva a crer que a ultima opção é a mais correta. 





A imagem foi feita pelo repórter fotográfico Guinaldo Nicolaevsky, que na ocasião registrou várias imagens do ocorrido pois sentiu naquele momento que esta seria uma situação simbólica que geraria muita repercussão. Imagina uma garota afrontando o presidente da república? Esta situação poderia ser vendida como uma reprovação de um regime “ditatorial” e ainda mais pro uma criança de 4 anos.

Que bomba não? De fato, foi o que ocorreu, e por muitas décadas a imagem da menina se negando apertar a mão de Figueiredo correu o mundo e revoltou os mais sensíveis e desinformados. Ela seria mais um ícone da resistência a ditadura militar. Mas como sabemos, toda mentira um dia tem seu fim e o tal ícone se mostrou um fragoroso engodo perpetrado pela mídia oposicionista (e esquerdista, diga-se de passagem). 


Nicolaevsky, o fotógrafo mal intencionado. 

Num texto que escreveu a um colega, o fotógrafo Nicolaevsky revela o seu apurado instinto para se aproveitar de situações que possam parecer polêmicas ou degradantes para terceiros. Ele disse:

"Lançamento do carro à álcool em Belo Horizonte. A imprensa mineira e a nacional estavam presentes e um grupo de crianças foi levado ao Palácio da Liberdade para cumprimentar o presidente Figueiredo. Deu zebra: a primeira da fila negou o aperto de mão ao Presidente da República, apesar dos pedidos dos fotógrafos. Percebi que não aconteceria o aperto e fotografei".

Segundo Guinaldo, logo que fez a imagem ele percebeu a possibilidade de atribuir uma conotação política à foto. "Corri para a redação para revelar e transmitir a foto para o Rio. Para minha surpresa eles não publicaram a foto! Desconfiaram! Queriam o “cumprimento”. Fui ameaçado de dispensa caso não entregasse o fotograma. Foi exigido que mandasse o filme sem cortá-lo no primeiro vôo para o Rio. O que foi feito. Não publicaram nada… resolvi por minha conta, mandar para outros veículos, que publicaram com destaque até no exterior", relatou. Então, ele conseguiu distribuir algumas cópias para colegas cujos jornais aceitaram veicular a imagem. A fotografia ganhou inúmeros prêmios (a premiação que os esquerdistas costumam dar para promover suas pautas). 

O fotógrafo morreu em 2008, aos 68 anos de idade, após lutar com o câncer, sem encontrar a menina que tornou mundialmente famosa. 




Rachel então explicou. 

Meses após a morte de Nicolaevsky, sua mãe recebeu um e-mail de uma campanha posta na internet pelo fotografo para encontrar a “menina da foto”, a reconheceu como sua filha e a avisou. Rachel Clemens Coelho,chegou a pensar em desistir de explicar porque negou a mão ao presidente Figueiredo. "Muitas pessoas para as quais minha foto se tornou símbolo me procuraram pedindo que eu falasse para eles; fiquei na dúvida pois a história é tão simples e sem cunho político que será que vale a pena desconstruir o mito, o símbolo?" 


Neste vídeo o cineasta Silvio Tendler revela que o importante não é a verdade dos fatos, mas o que se pode ganhar com a imagem, mesmo que baseado em mentiras. 


Em entrevista ao Jornal da Globo (vídeo acima), concedida em junho de 2011, Rachel contou que estava apreensiva para falar com o presidente. Ela relembrou que, no dia anterior o seu pai havia comentado que iria almoçar com o presidente. Então, falou com sua mãe para que a levasse para vê-lo. Ao chegar perto dele ela disse: ‘você sabia que você vai almoçar com meu pai hoje’? Nesse momento ela disse que todos diziam: “‘dá a mão pra ele, dá a mão pra ele’. Eu detestei. Detesto que me mandem fazer as coisas. Não dei a mão porque eu não queria dar a mão pra ele, eu queria dar um recado pra ele”.

Em seu blog ela afirmou que o seu pai, que era chefe do Dnit em Minas Gerais, teria de participar de um almoço com o presidente. Ela soube na véspera, e exigiu da mãe ser levada para ver o general, de quem se lembrava por ver um quadro humorístico de Chico Anysio na tevê. Chegando no Palácio da Liberdade, onde o presidente receberia um grupo de estudantes na solenidade, ela conseguiu se infiltrar e queria apenas avisar ao presidente que seu pai almoçaria com ele. Ele quis cumprimentá-la mas, como ela ainda não tinha conseguido contar ao chefe da nação do encontro que ele teria com o pai dela, houve a recusa. 

Por fim, ao se recusar a cumprimentar Figueiredo, a garotinha não pretendia, de fato, afrontar o último presidente do regime militar.

Cai mais um mito dos esquerdistas contra o regime militar. 


Fonte:

quinta-feira, 18 de abril de 2019


Marxismo cultural 

Quem nunca ouviu falar em Antônio Gramsci e na Escola de Frankfurt, tem muita dificuldade em entender o que é Marxismo Cultural. 

Foram os textos de Antônio Gramsci (1891-1937) que deram origem ao movimento. Ele, junto com outros teóricos marxistas, chegou a conclusão de que o proletariado não tinha mais o papel de “agente da revolução” e que para que a revolução socialista tivesse êxito seria necessário agora atuar em outra linha. A Cultura é que deveria ser o foco de ação dos agentes marxistas, ou melhor dizendo, a destruição da cultura e da moralidade vigente e principalmente a fé cristã, seriam efetuados por elementos revolucionários de Esquerda em várias trincheiras: Universidades, escolas, no humor, no jornalismo, nas produções literárias, nas novelas, nas peças de teatro e hoje nos blogs, no Youtube, no Facebook etc, para, assim, manobrar massas distraídas e desinformadas para se colocarem em prol do Socialismo. Essa massa passaria a ser formada agora por militantes viscerais do Socialismo e também do Comunismo. 



O principal objetivo desse projeto seria obter uma “hegemonia cultural” para usá-la em prol da socialização (adoção dos princípios do Socialismo) de toda uma nação. Desta forma, a massa não se rebelaria, pois, estaria em completa concordância com esses preceitos, mesmo sem se dar conta. Eles estariam tão enraigados na cultura e nas mentes das pessoas, que seria praticamente impossível se rebelar contra. E aqueles que assim se comportassem seriam eliminados, pois não passariam de inimigos da “causa divina e essencialmente humanitária” do Socialismo. Esse movimento também teria como meta final a implementação de um governo mundial onde somente os preceitos progressistas da Esquerda seriam vigentes. Uma cúpula marxista comandaria a grande massa de proletariados, que, receberia do Estado, tudo o que necessitava (de acordo com os parâmetros desta elite). 



​Os socialistas deixariam de lado as teorias econômicas marxistas e o lema da “luta de classes” que se caracterizava (e ainda se caracteriza) pela luta entre os patrões e os empregados, ou melhor, entre os capitalistas, os opressores, dono do poder aquisitivo e os oprimidos assalariados, os proletariados. Nessa nova realidade se incluiriam os novos oprimidos: os negros, a mulher, grupos LGBT, as feministas, os imigrantes, os moradores de periferias... que seriam tratados de forma diferenciada e por outro lado, se definiria a classe opressora como formada exclusivamente por homens e mulheres cristãos, brancos e heterossexuais e todo aquele que seja não simpatizante dos idéias socialistas. 


​O coração do marxismo cultural é a criminalização das idéias contrárias, do contraditório. Tudo que venha contra o movimento deve ser intensamente criminalizado. E os condutores deste projeto medonho não mais serão os elementos assalariados (os proletários), mas sim, os “intelectuais”. Eles promoverão a revolução, não mais com armas, mas com idéias (medonhas, diga-se de passagem). 

Eles chegaram à conclusão que a ditadura socialista deve se disfarçar em Democracia e que a doutrinação deve ser posta como iluminação do ser em face da opressão que sofre e dos direitos que supostamente lhes seriam negados. 

Também seria preciso promover a plena corrupção moral da nação. Para isso, Gramsci, propôs que agentes da revolução se infiltrassem nas organizações culturais para promover a formatação destas nos moldes propostos pelos intelectuais revolucionários. 

O conflito entre as classes deve ser estimulado. Jogar uns contra os outros deve ser a meta da mídia e do sistema educacional e cultural. É introduzido na mente do “oprimido” que a luta por “justiça social” é algo que deve ser priorizado acima de qualquer outra situação. O Estado se transforma numa máquina de assistencialismo exatamente para manter o chamado oprimido sempre no lugar de opressão, sem a mínima chance de galgar novos patamares de evolução social e econômica. O oprimido se torna um escravo do Estado que diz ser o seu libertador. As finanças governamentais serão exauridas em projetos fictícios de assistencialismo, que na verdade servem para o desvio estupendo de verbas, sobrando às migalhas para o “oprimido”. Diante do caos, surge um culpado: O Capitalismo. 

A lista de "inimigos declarados" cresce continuadamente e todos aqueles que não se curvam, são prontamente rotulados de "fascistas", "racistas", "machistas", "homofóbicos", "xenófobos", "islamófobos", "transfóbos" etc. 


​O que é "Politicamente Correto" por Caio Coppolla. 


Então será implementada a ideologia do Politicamente Correto. Uma verdadeira mordaça no debate, na crítica e na busca pela verdade. Toda forma tosca de arte e de comportamento será justificado em nome do politicamente correto. Nada tosco, ofensivo, vulgar, imoral e até mesmo criminoso (dentro do conceito) poderá ser criticado. Empobrecendo o debate e elevando as idéias distorcidas. Desta feita, a sociedade é levada à lama da crise moral. 

Abandona-se a ditadura do proletariado, pois de fato, se demonstrou inviável, e abraça-se a ditadura do Politicamente Correto, que terá como controladores os progressistas marxistas intelectualizados. Estes se tornarão a elite da nova sociedade e da revolução (como é de costume em toda a história da revolução socialista). Os intelectuais sempre foram os líderes das revoluções socialistas, e os protetores dos proletariados, suas vítimas inocentes. Cabe sempre a intelectualidade revolucionária o papel de forjar uma falsa realidade em prol da Revolução vermelha. Seus livros, suas obras de arte, suas peças de teatro, seus filmes, suas novelas, suas matérias jornalísticas, seus documentários... douram a pílula amarga e fatal do Socialismo. Porém, na condição da implementação real da ditadura socialista, os primeiro a serem eliminados serão os elementos da elite intelectual. Foi assim na Rússia comunista, na Revolução Francesa, na China, em Cuba... 

As revoluções sempre matam seus idealizadores. Que não nos deixe mentir o Robespierre. 

O dramaturgo Georg Büchner Ee sua peça "A Morte de Danton”disse através de um dos personagens: 

"Como Saturno, a revolução devora seus filhos". 


Cursos do Pe. Paulo Ricardo sobre Revolução e Marxismo Cultural. (clik na imagem para assistir). 


O que marxismo cultural?